O MINISTERIO DA CULTURA, A ENGIE E A PREFEITURA DA CIDADE DO RIO DE JANEIRO - SECRETARIA MUNICIPAL DE CULTURA Apresentam / Present:
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Grupo Tápias Cia de Dança – Rio de Janeiro, RJ        

Companhia associada ao Espaço Tápias/Dança em Trânsito l Company associated with Espaço Tápias/Dança em Trânsito                                

Em On 11/08, 12/08, 24/08, 02/09, 03/09 e and 04/09 – SEI COISAS LINDAS DE TI (40 min)            

Em On 26/08 e and 30/08 – ABUNDÂNCIA – VERSÃO 2016 ( 60 min)                    

Em On 10/08, 28/08, 30/08 e and 05/09 – CASA DE ABELHA (37 min) 

 

“SEI COISAS LINDAS DE TI”

Sei Coisas Lindas de Ti aborda, através da dança contemporânea, o encontro e a transformação que pode ocorrer ao se conseguir alcançar a intimidade das pessoas. No entanto, não é o trabalho que fala sobre as pessoas. Ao contrário, ele as faz falarem. Ao trazer de forma sutil a importância da fala em qualquer experiência afetiva, o espetáculo revela como falar sobre si remete a uma natural dificuldade do ser humano. Podemos ser tantos. Para tal, foi utilizado como base o poema intitulado Fala-me de Ti, extraído do livro Poemas de Amor, de Libórni Siqueira.

The contemporary dance performance Sei Coisas Lindas de Ti addresses the encounter and the transformation that can take place when intimacy is reached between people. But it does not talk about people. Quite the contrary, it makes people talk about each another. It subtly talks about the importance of speech in any emotional experience and reveals how talking about oneself is difficult for humans. We can be so many. The performance is based on a poem called “Fala-me de ti” (talk to me about yourself) from the book Poemas de Amor (Poems About Love) by Libórni Siqueira.

Concepção e direção coreográfica/Conception and choreographic director: Flávia Tápias | Produção/Production: CDPDRJ | Iluminação/Lighting Design: Paulo Cesar Medeiros | Figurinista/Costumes: Juliette Cuinet | Trilha sonora/Soundtrack: Márcio Schwartz | Programação visual/Visual Programming: Leticia Andrade | Ensaiador/Rehearser: Renata Versiani | Fotografia/Photography: Clarissa Baumann | Intérpretes/Criadores/Performers/Creators: Flavia Tápias/Brasil/Brazil; Romual Kabore/Burquina Faso/Burkina Faso- África/Africa: Gaetan Jamard/França/France | Administração/Administration: Saul Dovin | Coprodução/Coproduction: Le Centre Cuturel des Portes de L`Essonne | Patrocínio/Sponsors: Collectif Essonne Danse l DRAC Ile-de-France l Conseil Général de l’Essonne | Apoio/Support : Cité internationale des arts, Micadanse, Ville de Paris | Esse espetáculo foi contemplado pelo Prêmio Klaus Vianna /FUNARTE 2015 / This performance was nominated for the Klaus Vianna Award / FUNARTE 2015

Classificação etária: livre.             

Suitable for all ages.

“ABUNDANCIA”

Abundância é um espetáculo em quatro partes. Abundância is a performance in four parts.                

Too much – Com a temática Abundância desenvolvida por Flávia Tápias, os coreógrafos convidados pelo Grupo Tápias, Virginia García e Damián Muñoz, inspiraram-se nos sete pecados capitais para a construção de TOO MUCH.

“Preciso admitir que, apesar de não conversarem, o piolho e o mendigo se entendem. É melhor olhar para o outro lado enquanto a conciência esmaga a minha alma com seu traseiro. Peço desculpas: Eu estava deprimida e por isso tive que roubar um passarinho!”

“Tengo que admitir que aunque no puedan conversar, el piojo y el mendigo se comprenden. Mejor miro para otro lado mientras la conciencia aplasta con su culo mi propia alma. Sigo excusándome: Estaba deprimida, así que tuve que robar un pájaro!”

Working on the theme Abundance developed by Flávia Tápias, the choreographers invited by Grupo Tápias Virginia García and Damián Muñoz are inspired by the seven deadly sins to come up with TOO MUCH.

“I have to admit that, despite not being able to hold a conversation, the flea and the beggar understand one another. I better look the other way while consciousness crushes my soul with its butt. I find an excuse: I was depressed, so I had to steal a bird!”

Coreografia/Choreography: La Intrusa – Virginia García e/and Damián Muñoz / Intérpretes/Performers: Flávia Tápias e/and Gaetan Jamard.

Que dia é hoje? – Este trabalho conta com argumentações bem-humoradas a respeito das “exigências” da vida moderna. O que nos impõe essa “vida de hoje”? Como ficam as relações em meio ao bombardeio de informações, dentro deste consumismo desenfreado de produtos e ideias? Um dos textos que fez parte do processo de laboratório, pesquisa e construção do Grupo Tápias, na abordagem desta temática, é Exigências da Vida Moderna, de Luís Fernando Veríssimo.

This performance counts on humorous arguments about the “requirements” of modern life. What does “today’s life” impose upon us? What happens to relationships in the midst of the bombarding of information within this rampant consumption of products and ideas? One of the texts which is part of the research and construction process of Grupo Tápias in the approach of this theme is Exigências da Vida Moderna, by Luís Fernando Veríssimo.

Coreografia/Choreography: Flávia Tápias, em colaboração com / in colaboration with Alexandre Bado / Intérpretes/Performers: Flávia Tápias e/and Gaetan Jamard / Música/Music: Isidoro Kutno.

Fluxo – Uma releitura de Sudeste, trabalho de repertório.

Fluxo trabalha a ideia de multidão, de grande número de indivíduos atuando ao mesmo tempo, e coloca em cena um “apossar-se” do outro, como se esse tempo fosse também o seu tempo. Conteúdos pessoais ganham dimensões onde tudo pode ser remexido e transformado.
A reread of Sudeste, repertoire work.

Fluxo works on the idea of a crowd, a large number of individuals performing at the same time and brings into play the “taking over” of another as if this time was his own. Personal contents gain dimensions where everything can be moved and transformed.

Coreografia/Choreography: Flávia Tápias / Com/With Maie Urvoy/FR, Gaetan Jamard/FR, Simon Feltz/FR, Renata Versiani/BR e/and Flávia Tápias/BR.

Corpo estrangeiro – A quarta parte de Abundância traz o desejo de dialogar com as novas mídias e tem como tema o olhar estrangeiro desta bailarina: o deslocamento de um corpo capaz de comportar e adquirir culturas para além da sua terra natal. Um corpo impregnado de sensações de não pertencimento a um lugar, a um povo, no entanto, um corpo cada vez mais possível através das facilidades de comunicação, dos deslocamentos e aparatos tecnológicos. Interessa-nos o questionamento sobre a influência que as redes de comunicação exercem nas experiências, as transformações espaço-temporais trazidas pelas novas tecnologias, e ainda a necessidade que temos, de forma cada vez mais latente, de uma mediação para que possamos “tocar” a realidade.

The fourth part of Adundância introduces the desire to interact with new media and has the dancer’s foreign perspective as a theme: the movement of a body capable of adopting cultures other than that of the native country. A body permeated with sensations of not belonging to somewhere, to a nation, but also a body that is increasingly capable by means of easy communication, displacements and technological devices. We are interested in questioning the influence that communication networks have upon experiences, the space and time transformations introduced by new technologies as well as the increasingly latent need that we have for mediation in order to deal with reality.

Vídeo/Video: Luciana Ponso, em parceria com/in partnership with Mauro Kury e/and Joana Zein / Coreografia e interpretação/Choreography and peformance: Flávia Tápias.

Conceito geral/General concept: Flávia Tápias l Produção/Production: CDPD-RJ l Iluminação/Lighting: Paulo Cezar Medeiros.

Coprodução/Coproduction: Collectif Essonne Danse – França/France l Com parceria de/Partnership with Micadanses-Paris, de la Mairie de Paris, du Centre des Récollets et de l’Institut Français

Classificação etária: livre.                   

Suitable for all ages.

 

“CASA DE ABELHA”

Casa de abelha       …um fio de silêncio costurando o tempo…   …a thread of silence stitching time…


“A miçanga todos veem. Mas ninguém nota o fio que, em colar vistoso, vai compondo as miçangas”. Não por acaso, a maioria dos contos d’O Fio das Missangas, livro do escritor Mia Couto, adentra com fina sensibilidade o universo feminino, dando voz e tessitura a almas condenadas a não existência, ao esquecimento.
Com uma cenografia de barbantes por todo o espaço a coreógrafa cria uma atmosfera peculiar onde explora o tempo de espera, que é irreversível, o espaço corporal interno se transforma em múltiplos espaços, pensamentos, dimensões, sempre como se o tempo fosse um fio condutor incansável que fizesse a personagem reagir, e aqui estamos falando de movimentos de vida.

“Everyone sees the beads. But nobody notices the thread that arranges the beads of a beautiful necklace”. Not by chance, most tales from d’O Fio das Missangas, a book by the writer Mia Couto, enter the female universe with fine sensitivity giving a voice and tessitura to souls condemned to non-existence, to be forgotten.

The choreography of strings that covers the area creates a peculiar atmosphere where waiting time is explored, which is irreversible. Internal body space is transformed into multiple spaces, thoughts, dimensions, as if time was a tireless common thread that causes the character to react and here we are talking about movements of life.

Com/With: Flávia Tápias e/and Chiara Santoro | Coprodução/Coproduction: Festival INTERPLAY, Torino, Itália/INTERPLAY Festival, Turin, Italy | Apoio: Bocciofila Piemonte, Torino, Itália e SESC Rio/Support: Bocciofila Piemonte, Turn, Italy and SESC Rio .

Classificação etária: livre.                   

Suitable for all ages.